Análise antes de qualquer promessa
Primeiro se olha o CNIS, a documentação e o motivo da negativa. Só depois se fala em caminho jurídico.
O INSS não costuma explicar o que negou, nem o que você ainda pode fazer. Nosso trabalho começa exatamente aí: entender o seu caso, dizer com honestidade o que é possível e conduzir o caminho com técnica.
Cada tema tem uma página própria, com as regras, os prazos e as dúvidas mais comuns explicadas em detalhe.
O INSS exige 10 contribuições da MEI, da autônoma e da facultativa — mas essa exigência vem sendo discutida no Judiciário.
A negativa não encerra necessariamente a discussão. O motivo do indeferimento e a prova médica mudam completamente a análise.
Analisamos documentos, explicamos o que é possível e o que não é, e só então indicamos o caminho.
Primeiro se olha o CNIS, a documentação e o motivo da negativa. Só depois se fala em caminho jurídico.
O contato inicial é pelo WhatsApp e os documentos podem ser enviados de forma digital, de qualquer cidade.
Rua José Barcellos de Mattos, 26 — Sala 105, São Judas Tadeu, Guarapari/ES. Atendimento presencial para quem preferir.
A primeira conversa serve para entender o seu caso e explicar, com clareza, quais são as possibilidades e os prazos.